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Intercâmbio na Nova Zelândia

Intercâmbio na Nova Zelândia

Intercâmbio na Nova Zelândia

A Nova Zelândia é um dos destinos mais procurados pelos jovens que desejam estudar fora e fazer intercâmbio para um país mais descolado, mas que, ao mesmo tempo, proporciona um dos melhores ensinos internacionais, contando com oito universidades federais que oferecem cursos de graduação e pós-graduação nas mais diversas áreas.

Se tornando independente do Reino Unido em 1907, o país possui três línguas oficiais: o inglês, o maori e a língua de sinais neozelandesa. Diferente do Brasil, a forma de governo da Nova Zelândia é a monarquia constitucional, onde o chefe titular do estado é a rainha Elizabeth II, do Reino Unido, representada pelo Governador-Geral Anand Satyanand, que governa mais de 4 milhões de habitantes.

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Situada a cerca de 2.000 quilômetros da Austrália, separadas apenas pelo mar da Tasmânia no meio, a Nova Zelândia é uma ilha isolada dividida em duas partes – norte e sul – e sua capital é Wellington. Somando as duas ilhas, o país conta com uma área total semelhante ao estado do Rio Grande do Sul. Seus países vizinhos mais próximos são a Nova Caledônia, Fiji e Tonga.

Porque fazer um Intercâmbio na Nova Zelândia

Considerada o país dos esportes radicais, o rugby é a grande paixão dos neozelandeses – ou kiwi, como seus habitantes também são chamados informalmente. Na Nova Zelândia o rugby é tão praticado quanto o futebol é praticado no Brasil. A paixão é tanta que o país já foi campeão mundial na modalidade duas vezes, se igualando a Austrália e África do Sul. O cricket vem em segundo lugar como esporte preferido, principalmente pela sua facilidade de poder ser jogado em parques e com poucas pessoas, sem a necessidade de montar um time. O netboll e o golfe também estão entre os esportes mais praticados pela população. E, é claro, os esportes radicais e de aventura em contato com a natureza também são bastante procurados principalmente por turistas, como surfe, wind surfe, montanhismo, ciclismo, voo livre, paraquedismo e bungee jump, por exemplo.

A culinária da Nova Zelândia sofreu diversas influências ao longo dos anos de vários países diferentes, além dos maoris, seus nativos. Lá, é comum o brunch, o café da manhã reforçado que vale por um almoço, diferente do Brasil. Nesse cardápio é possível encontrar bacon, salsicha, ovos, torradas, feijão, omelete, salmão, café e também frutas. Mas, é claro, pra quem preferir também é possível almoçar. Alguns restaurantes oferecem a “continuação” do brunch com sanduíches, batatas e massas em seus cardápios. Para saborear uma culinária típica da região, procure o hangi food, um método nativo de cozimento dos alimentos – carnes em geral e alguns vegetais – na terra, utilizando vapor de pedras aquecidas.

Na parte norte da Nova Zelândia fica Auckland, a maior cidade do país, que oferece diversas opções de lazer, como esportes radicais e a possibilidade de passear em shopping para fazer compras. Também não deixe de conhecer a capital Wellington e as cidades menores: Taupo, Rotorua e Bay of Plenty. Já na parte sul da ilha, Queenstown é uma boa pedida. É a cidade mais visitada pelos turistas pela sua grande variedade de atividades e esportes para se praticar, além de oferecer uma beleza incrível. Na região também é legal conhecer Chistchurch, Te Anau e Mt. Cook.